Quem entra em uma loja Redemac encontra muito mais do que alguém preparado para indicar produtos ou apresentar marcas. Encontra profissionais dispostos a ouvir, orientar e ajudar a encontrar a melhor solução para cada necessidade. Esse jeito de atender faz parte da identidade da rede e está presente no conceito “A Gente é de Casa”, mas não surgiu por acaso. É resultado de uma cultura construída diariamente dentro das lojas.
O conhecimento técnico continua sendo importante, mas ele caminha ao lado de algo que faz toda a diferença: a forma como cada cliente é recebido. Nas associadas da Redemac, a preocupação em oferecer uma boa experiência começa dentro da própria equipe e passa pelo exemplo das lideranças, pelo relacionamento e pela autonomia dada aos vendedores para resolver as demandas do dia a dia.
O atendimento começa dentro da loja

Na Redemac Camobi, em Santa Maria, a formação dos vendedores acontece muito antes de qualquer conversa sobre metas ou resultados. Para a diretora Ana Paula Potrich, são as atitudes dos gestores que mostram, na prática, como o atendimento deve acontecer.
“Ensinamos pelo nosso exemplo. Antes de números, antes de metas, antes de tudo, estão as pessoas”, resume.
Ela conta que a equipe é estimulada a enxergar quem está do outro lado do balcão como alguém que chega carregando dúvidas, expectativas e, muitas vezes, inseguranças sobre uma obra ou reforma. O objetivo é compreender essa necessidade para oferecer a solução mais adequada, e não simplesmente vender um produto.
Essa postura faz diferença. Recentemente, a loja recebeu o retorno de um cliente que decidiu fechar a compra justamente pela forma como foi atendido. Para Ana Paula, momentos como esse confirmam que o conceito “A Gente é de Casa” vai muito além de um slogan. Ele orienta a maneira como as pessoas trabalham, se relacionam e recebem quem entra na loja.
Confiança construída no dia a dia
Na Redemac Madesul, em Balneário Pinhal, essa cultura aparece em outro aspecto importante: a autonomia dos vendedores. Sempre que possível, quem atende também conduz a solução, evitando encaminhamentos desnecessários e oferecendo respostas rápidas ao cliente.
Segundo a diretora Gisele Calderon da Costa, essa liberdade fortalece a relação de confiança e cria vínculos que permanecem mesmo depois da venda. Muitos clientes mantêm contato direto com os vendedores para pedir novos orçamentos, esclarecer dúvidas ou buscar orientação conforme a obra avança.
Essa proximidade também se estende aos profissionais da construção civil. Construtores, pedreiros, pintores e arquitetos acabam formando uma carteira de clientes construída ao longo dos anos. Em muitos casos, o vendedor visita a obra ou a residência para entender melhor a necessidade antes de indicar os produtos mais adequados.
Outro fator que contribui para esse relacionamento é a baixa rotatividade da equipe. Com vendedores que permanecem por muitos anos na loja, o cliente encontra rostos conhecidos, cria confiança e sabe que será atendido por alguém que conhece seu histórico e acompanha seus projetos.
Muito além da venda
Quando um cliente procura sempre o mesmo vendedor, liga diretamente para ele ou volta à loja porque sabe que será bem atendido, existe algo que vai além de um bom atendimento comercial. Existe confiança.
É essa relação que as associadas da Redemac procuram construir todos os dias. O conhecimento técnico, a autonomia para resolver situações, a proximidade com o cliente e o exemplo dado pelas lideranças formam um conjunto que fortalece a identidade da rede e transforma cada atendimento em uma oportunidade de criar vínculos duradouros.
No fim das contas, vender passa a ser consequência de um trabalho que começa muito antes da escolha do produto. Começa quando as pessoas são recebidas com respeito, escutadas com atenção e encontram alguém realmente disposto a ajudá-las.